sábado, 19 de setembro de 2015

GASLIGHTING OS VAMPIROS EMOCIONAIS ESTÃO AO SEU REDOR

Fala Galera...O cinismo, a falsidade, o deboche e a hipocrisia juntos, hoje têm um nome: é O Gaslighting. O chamado Gaslighting é uma guerra psicologia sutil e que ocorre diariamente na vida de muitas pessoas, Muitos tipos de violência não apenas física vem sendo exposta ao publico diariamente, um deles vem sendo chamado por especialista de gaslighting, um tipo de violência psicológica em que o agressor apresenta fatos e informações falsas e faz a vítima duvidar da sua própria memória e percepção. é um abuso que muitos não conseguem identificar. A dinâmica dessa doença pode levar uma pessoa a perder o apetite, o sentido da vida e a deixando a beira da depressão. No mundo das relações, como o ambiente de trabalho, religioso e familiar isso também pode existir. Quando um familiar, um amigo, um colega de trabalho ou até mesmo seu chefe encontra uma maneira de fazer a vitima se sentir mal aos olhos dos outros. Isso Seria uma espécie de “Sugar Energia” dessa pessoa em uma forma negativa. É difícil distinguir o gaslighting, porem com ajuda de alguém confiável, e romper o silêncio é fundamental para lutar contra essa violência psíquica.
O cruel Gaslighting é uma forma cínica de abuso psicológico no qual informações são distorcidas, ou seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade. Casos de gaslighting podem variar da simples negação por parte do agressor de que incidentes abusivos anteriores já ocorreram, até a realização de eventos bizarros pelo abusador com a intenção de desorientar a vítima. O termo deve a sua origem à peça teatral Gas Light e às suas adaptações para o cinema, quando então a palavra se popularizou. O termo também tem sido utilizado na literatura clínica. A peça teatral Gas Light de 1938 e suas adaptações para o cinema, lançadas em 1940 e 1944, motivaram a origem do termo por causa da manipulação psicológica sistemática utilizada pelo personagem principal contra uma vítima. O enredo conta a historia de um marido que tenta convencer sua esposa e outras pessoas de que ela é louca, manipulando pequenos elementos de seu ambiente e, posteriormente, insistindo que ela está errada ou que se lembra de coisas incorretamente quando ela aponta tais mudanças. O título original decorre do escurecimento das luzes alimentadas por gás na casa do casal, que aconteceu quando o marido estava usando as luzes no sótão, enquanto busca um tesouro escondido. A esposa percebe com precisão o escurecimento das luzes e discute o fenômeno, mas o marido insiste que ela está apenas imaginando uma mudança no nível de iluminação. O termo "Gaslighting" é utilizado desde 1960 para descrever a manipulação do sentido de realidade de alguém.
Psicólogos afirmam que os Psicopatas frequentemente usam táticas de gaslighting. Eles consistentemente transgridem os costumes sociais, descumprem as leis e exploram os outros, mas geralmente também são mentirosos, charmosos e convincentes ao negar as irregularidades o que praticam. Assim, algumas pessoas que foram vítimas deles podem duvidar de suas próprias percepções. Psicólogos renomados relatam que alguns cônjuges que cometem abusos físicos podem praticar gaslighting em seus parceiros, mesmo ao negar enfaticamente que tenham sido violentos. Eles usam o termo gaslighting para descrever uma dinâmica observada em alguns casos de infidelidade conjugal. Também pode ocorrer em relações entre Pais e filhos, sendo que os pais, a criança ou ambos tentam minar as percepções uns dos outros. O gaslighting também foi observado entre pacientes e funcionários de unidades de internamento psiquiátrico. Algumas das condutas de Sigmund Freud também têm sido caracterizadas como gaslighting. Os autores exploram uma variedade de razões pelas quais as vítimas podem ter,uma tendência a incorporar e assimilar o que os outros exteriorizam e projetam nelas. e concluíram que gaslighting pode ser uma configuração muito complexa e altamente estruturada que engloba muitos elementos psíquico. A capacidade da vítima de resistir à manipulação depende de sua capacidade de confiar em seus próprios julgamentos. A criação de versões alternativas dos fatos pode ajudar a vítima readquirir níveis do livre-arbítrio. Uma característica freqüente entre os vampiros emocionais é o poder de sedução. Nos primeiros contatos, eles sempre parecem mais interessantes que as pessoas comuns. São bons de papo e gentis. Vale tanto para o colega de trabalho que se acha o sujeito mais inteligente do mundo quanto para aquela vizinha que sorrateiramente vigia cada um de seus passos. Como as crianças de colo, os vampiros imaginam que os outros existem apenas para suprir as suas necessidades. Parecem adultos por fora, mas continuam um bebê por dentro. Tanto que as estratégias mais bem-sucedidas no trato com os vampiros emocionais são precisamente as mesmas a que você recorreria com uma criança mimada de Dois anos de idade para definir seus limites.
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